Realizou-se hoje na sala de
sessões da nossa escola uma ação de sensibilização para os cuidados a ter com e
na floresta, ministrada pela Dr.ª Paula Marília, técnica superior da Direção
Regional de Florestas e Conservação da Natureza. ”Floresta e boas práticas” foi
o tema desta ação, através da qual se pretendeu alertar e sensibilizar alunos e
demais elementos da comunidade escolar para a importância do convívio salutar
com a Natureza, mormente em contexto florestal, alertando para a responsabilidade
individual que a cada um de nós incumbe na preservação deste património que é
de todos e de importância fulcral para uma Região como a Madeira, quer em
termos climáticos, económicos e até sociais.Assim, a preletora realçou
alguns dos aspetos e particularidades, quer em termos florísticos quer em
termos faunísticos, que fazem da nossa floresta (Floresta Laurissilva) património mundial da humanidade, sempre na perspetiva
de que quanto mais e melhor a conhecermos mais capacitados estaremos para agir no sentido da
sua preservação.quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
“FLORESTA E BOAS PRÁTICAS”, TEMA DE AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO
Realizou-se hoje na sala de
sessões da nossa escola uma ação de sensibilização para os cuidados a ter com e
na floresta, ministrada pela Dr.ª Paula Marília, técnica superior da Direção
Regional de Florestas e Conservação da Natureza. ”Floresta e boas práticas” foi
o tema desta ação, através da qual se pretendeu alertar e sensibilizar alunos e
demais elementos da comunidade escolar para a importância do convívio salutar
com a Natureza, mormente em contexto florestal, alertando para a responsabilidade
individual que a cada um de nós incumbe na preservação deste património que é
de todos e de importância fulcral para uma Região como a Madeira, quer em
termos climáticos, económicos e até sociais.Assim, a preletora realçou
alguns dos aspetos e particularidades, quer em termos florísticos quer em
termos faunísticos, que fazem da nossa floresta (Floresta Laurissilva) património mundial da humanidade, sempre na perspetiva
de que quanto mais e melhor a conhecermos mais capacitados estaremos para agir no sentido da
sua preservação.sábado, 15 de fevereiro de 2014
“VELA POR ÓLEO” – UMA SOLUÇÃO DE AUTOSSUSTENTABILIDADE NA RECICLAGEM DE O.A.U.
O Projeto Vela por Óleo é um dos vários de participação facultativa disponibilizados
pela ABAE às Eco-Escolas de todo o país. Ao aderir a este projeto, cada
estabelecimento de ensino constitui-se, mediante a sua implementação, num ponto oficial de recolha de óleos alimentares
usados (OAU). Os
OAU, devidamente acondicionados em garrafas de plástico bem tampadas,
devem ser depositados num oleão como aquele que temos na nossa escola
(átrio principal do 1.º piso).
Parte do produto da recolha dos OAU
pode ser reciclada pela própria escola através da produção de biodiesel, sabão ou da produção de velas
aromáticas e ecológicas. Estas velas são muito especiais porque, ao contrário
das velas comuns – que são feitas de parafina –, as velas ecológicas “Vela por Óleo”
são constituídas de óleo 100% vegetal, apresentando emissões neutras de
carbono. Deste modo, a respetiva queima não liberta quaisquer toxinas para o
meio-ambiente, sendo por isso seguras para a saúde pública e para o ambiente.
O
produto resultante da venda destas velas reverterá para a aquisição de material
necessário às diversas atividades a desenvolver no âmbito do programa
Eco-Escolas ao longo do ano letivo, constituindo mais uma via para a autossustentabilidade na implementação deste
programa de educação ambiental.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
NINHOS JÁ INSTALADOS ESPERAM INQUILINOS
No âmbito do Clube Eco, e visto que uma das principais lacunas diagnosticadas aquando
da realização da nossa auditoria ambiental interna era, no concernente ao tema Biodiversidade,
a inexistência de infraestruturas de apoio à biodiversidade local, decidimos
construir ninhos para pássaros.
Os ninhos foram confecionados utilizando única
e exclusivamente restos de madeira e destinam-se fundamentalmente a pássaros da
espécie protegida Turdus
merula cabrerae (comummente
conhecido por melro-preto), habituais visitantes dos jardins da
nossa escola a partir do mês de fevereiro.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
PRODUÇÃO DE SABÃO A PARTIR DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS (O.A.U.)
Que fazer aos óleos alimentares resultantes
das frituras lá de casa? Certamente todos nós – pelo menos aqueles que não conseguem
resistir a umas batatas fritas ou a um bom bife, entre outras iguarias cuja
confeção requer a utilização de óleos – já se depararam com esta questão. A “solução”
mais adotada, infelizmente, não é a melhor já que a maioria das pessoas, das duas, uma: ou descartam estes resíduos atirando-os pelo ralo da pia das cozinhas ou, outras, depositam-nos
nos contentores do lixo comum, sem qualquer acondicionamento especial (fechados
em garrafas, por exemplo). O que a generalidade das pessoas desconhece é que,
de uma forma ou de outra, mais tarde ou mais cedo, esses óleos acabarão
inevitavelmente por ir parar a um mesmo sítio: o mar. O que a generalidade das
pessoas desconhece também é que um litro
de óleo contamina cerca de um milhão de litros de
água, o suficiente para uma pessoa usar durante
14 anos.
Mas... que fazer então?! O procedimento correto é depositar os OAU
num oleão como aquele que temos na nossa escola, devidamente acondicionados em
garrafas de plástico bem tampadas. Estes resíduos têm por destino a sua reciclagem
tendo em vista a obtenção de vários produtos. Uma das alternativas de reciclagem que nós
experimentámos na última sessão do Clube
Eco foi o reaproveitamento dos óleos alimentares usados (OAU) para fazer
sabão. A receita é simples e obtivemos
um sabão de ótima qualidade, muito útil para a lavagem de materiais, realização
de limpezas ou até mesmo para lavagem das mãos.
A “receita”, acredite, é simples. Vai
necessitar então de:
- 2 litros de OAU;
- 1 litro de água;
- ½ kg de hidróxido de sódio (soda cáustica);
- ¼ kg de sabão em pó;
- Chaleira elétrica;
- Colher de pau;
- Máscara descartável;
- Luvas;
- Recipiente de 5 l em plástico.
Primeiro tem de aquecer a água até esta
entrar em ebulição. Depois, num recipiente não metálico, adicione
cuidadosamente o hidróxido de sódio à agua, mexendo sempre bem a mistura (com
uma colher de madeira / pau), tendo o cuidado de evitar a inalação dos vapores emitidos, razão pela qual este procedimento deve ser realizado em
espaço exterior. Seguidamente, adicione lentamente o OAU à mistura anterior,
mexendo o preparado ininterruptamente durante 20 a 30 minutos até obter uma
pasta homogénea. Depois é só depositar em formas e deixar endurecer durante
aproximadamente uma semana. Et voilá!
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
MANUTENÇÃO E MONITORIZAÇÃO REGULAR DOS TANQUES DE MINHOCULTURA
A manutenção e monitorização do nosso Centro de Tratamento de Resíduos Orgânicos (C.T.R.O.) – constituído por um compostor e quatro tanques de minhocultura – o "ex-libris" da implementação do programa Eco-Escolas na nossa escola (recorde-se que fomos a primeira escola da Região a aderir a esta prática, entretanto já difundida por diversas outros estabelecimentos de ensino), é uma das atividades particularmente significativas do nosso plano de ação. Revolver regularmente os resíduos ali acondicionados, controlar o seu teor de humidade e exposição solar, verificar as condições de temperatura a que estão sujeitos e recolher o composto produzido são algumas das tarefas que exigem atenção (quase) permanente ao longo do ano letivo.
Quaisquer falhas verificadas ao
longo deste processo (ex.: humidade
excessiva da “cama” de resíduos, temperatura interna dos tanques muito elevada ou
desequilíbrio na proporção comida cozinhada / papel e cartão) poderão não só alterar
a qualidade do composto final como, também, originar a libertação de maus
odores ou a atração de eventuais pragas.
Mas
porquê “tanto trabalho”?, questionar-se-ão os menos esclarecidos. Primeiro,
porque uma das premissas da nossa intervenção no âmbito do Eco-Escolas incide
na área da prevenção da produção de resíduos, reduzindo a sua produção ao mínimo
indispensável ao normal funcionamento da escola. Assim, reduzir a
quantidade de resíduos, no caso orgânicos, encaminhados para reciclagem,
procedendo nós próprios ao respetivo tratamento e valorização foi o que norteou
– há já muito, muito tempo! – a criação do nosso C.T.R.O., obtendo-se de igual
modo um excelente fertilizante para os jardins da escola. É que o composto
produzido nos nossos tanques de minhocultura não é uma “terra” qualquer! O
húmus das minhocas melhora a porosidade e a ventilação do solo, aumentando a
capacidade de captação de nutrientes pelas plantas; aumenta a vida biológica no
solo com o desenvolvimento de bactérias e fungos fixadores de azoto; permite o
controlo da toxicidade do solo, corrigindo excessos de alumínio, ferro e
manganês; corrige o pH dos solos, contribuindo para um pH mais favorável ao
desenvolvimento das plantas; promove uma drenagem controlada, evitando
encharcamentos; contribui para a alteração da estrutura do solo, suavizando
efeitos de erosão, compactação, impermeabilização e desertificação; favorece o
aumento da resistência das plantas a pragas e doenças; e é um adubo natural
fonte abundante de nutrientes para as plantas.terça-feira, 7 de janeiro de 2014
PROJETO MINI-EMPREENDEDORES – CONSTRÓI O TEU PRÓPRIO BRINQUEDO!
Promovido pela Science4You, o projeto Mini-empreendedores destina-se a alunos dos 1º e 2º ciclos
com idade igual
ou inferior a treze anos. Esta iniciativa está aberta à participação de alunos
de todo o país, constituídos em equipas de três.
A
nossa escola procedeu já à respetiva inscrição visto que pretendemos participar
mediante a apresentação de pelo menos um ou dois projetos a elaborar por alguns
alunos do Clube Eco da nossa escola, os
quais constituirão na elaboração de brinquedos de caráter científico e
educativo, com recurso à energia solar. Os projetos de brinquedo têm de ser
submetidos até 04 de abril,
impreterivelmente!
Do
conjunto de trabalhos submetidos ao Secretariado da Science4you, serão selecionados os 15 melhores para uma Feira de
Ciência Nacional. Nesta feira os alunos farão a apresentação e demonstração de
como funcionam os seus projetos de brinquedo, evidenciando as razões de
merecerem ser os vencedores. A equipa de cientistas que realizar o melhor
projeto receberá computadores tablet e vales de brinquedos Science4you. A escola a que os alunos pertencem também receberá
computadores tablet.
O projeto vencedor poderá vir a tornar-se num brinquedo
Science4you! Os segundos e
terceiros classificados (alunos e entidades) receberão vales de brinquedos Science4you.
Se
estás interessado em participar, contacta já
o teu professor de Ciências!
Mais
informações disponíveis aqui.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
O NOSSO ECO-CÓDIGO!
O Eco-Código – um dos sete passos da conhecida metodologia do programa Eco-Escolas – constitui uma espécie de declaração de objetivos, um conjunto de "mandamentos" que deverão ser traduzidos em ações concretas a adotar por toda a comunidade escolar. Esta "declaração de objetivos" deve abarcar as temáticas da água, resíduos, energia, biodiversidade e alterações climáticas, entre outras como a floresta, transportes, mar ou agricultura biológica.
A existência de um Eco-Código, obrigatório para todas as escolas que participam no programa Eco-Escolas, não obriga porém à elaboração de um póster / cartaz Eco-Código, esse sim de caráter facultativo. No entanto, a maior parte das escolas inscritas no programa optam por esta estratégia de divulgação do seu Eco-Código, já que a associação de imagens permite uma melhor difusão da mensagem subjacente ao Eco-Código.
O nosso póster Eco-Código 2013/2014, elaborado pelos alunos das turmas do 8.º ano no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, encontra-se exposto a toda a comunidade escolar, afixado no nosso placar Eco-Escolas.
Pretendemos desta forma, conjuntamente com os dez lemas que constituem o nosso Eco-Código, alertar / sensibilizar para as “feridas” do nosso planeta, transmitindo ao mesmo tempo uma mensagem de esperança de que, todos juntos, podemos contribuir para a solução do problema:
Relembramos então os “dez mandamentos” do nosso Eco-Código:
A existência de um Eco-Código, obrigatório para todas as escolas que participam no programa Eco-Escolas, não obriga porém à elaboração de um póster / cartaz Eco-Código, esse sim de caráter facultativo. No entanto, a maior parte das escolas inscritas no programa optam por esta estratégia de divulgação do seu Eco-Código, já que a associação de imagens permite uma melhor difusão da mensagem subjacente ao Eco-Código.
O nosso póster Eco-Código 2013/2014, elaborado pelos alunos das turmas do 8.º ano no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, encontra-se exposto a toda a comunidade escolar, afixado no nosso placar Eco-Escolas.
Pretendemos desta forma, conjuntamente com os dez lemas que constituem o nosso Eco-Código, alertar / sensibilizar para as “feridas” do nosso planeta, transmitindo ao mesmo tempo uma mensagem de esperança de que, todos juntos, podemos contribuir para a solução do problema:
Relembramos então os “dez mandamentos” do nosso Eco-Código:
- O papelão e o eletrão são inimigos da poluição.
- Não caias em armadilhas. Recicla pilhas!
- A regra dos três Rs tens de conhecer para o teu planeta proteger!
- Poupar água no nosso dia-a-dia é importante e poderá fazer a diferença num futuro não distante!
- Se a água queres utilizar, do nosso planeta terás de cuidar!
- Para energia poupar vamos sempre que possível a luz natural usar!
- Se as luzes apagar, na carteira e no ambiente irei poupar!
- Da floresta temos de cuidar, como da casa onde habitamos, porque as plantas é que nos fornecem o ar que respiramos!
- Se o teu bem-estar queres assegurar, o ambiente terás de preservar!
- A emissão de GEE devemos parar, para o efeito de estufa não agravar!
Subscrever:
Mensagens (Atom)







