quarta-feira, 26 de março de 2014

IV “HOJE (H) À BOLEIA” É JÁ NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA

Decorrerá na próxima quarta-feira, 02 de abril, a IV edição do dia Hoje (h) à boleia. Esta iniciativa, uma espécie de dia sem carros, consiste numa ação de sensibilização global da comunidade educativa – e não só – acerca da temática da mobilidade sustentável. Assim, pretende-se que naquele dia apenas possam estacionar no parque de estacionamento da escola veículos automóveis privados com pelo menos metade da sua lotação preenchida.
A fiscalização do trânsito em toda a Rua da Escola será realizada por alunos, devidamente identificados, supervisionados por docentes do grupo disciplinar de Ciências e por agentes da Polícia de Segurança Pública, tendo para o efeito sido solicitada a devida autorização à Câmara Municipal da Calheta e Polícia de Segurança Pública.
Nesse sentido, e porque “um dia não são dias”, apelamos à colaboração de todos a fim de de que, na referida data, sejam utilizados meios de locomoção alternativos, nomeadamente a partilha de boleias (consultar mapa de carpooling afixado na sala dos professores) ou, nos casos em que tal seja possível, a deslocação a pé ou mesmo de bicicleta.
Apela-se ao bom senso e colaboração de todos no cumprimento estrito das instruções dos alunos em serviço que, recorde-se, estarão para todos os efeitos mandatados para a realização das respetivas funções, quer pela PSP, Câmara Municipal da Calheta e Órgão de Gestão da escola.

quinta-feira, 13 de março de 2014

SINALÉTICA DE APELO AO SILÊNCIO AFIXADA POR TODA A ESCOLA


Não sendo este um dos principais problemas da nossa escola em termos ambientais, designadamente nos espaços mais nevrálgicos da escola, tais como os corredores circundantes às salas de aula – muito em parte devido ao elevado sentido de zelo que os auxiliares de ação educativa vêm denotando relativamente a este aspeto, assegurando que a entrada dos alunos é feita em simultâneo – é indesmentível que o ruído constituí ainda assim um problema real em alguns dos espaços comuns, mormente no refeitório, átrio do 1.º piso e… sala de professores.
Em algumas alturas do ano, particularmente em época de exames, o que mais se ouve por aqueles dias é um coro de “shius!”, fazendo daquela onomatopeia o fonema mais audível, quase tanto que acaba por se revelar tão ou mais perturbador que uma ou outra conversa que inadvertidamente escapa de um qualquer utilizador menos avisado daqueles espaços.
Nesse sentido, os alunos de Clube Eco desenvolveram ao longo do terceiro período sinalética de alerta para a necessidade de moderação do ruído e que, cremos e esperamos, surtirá os efeitos desejados, contribuindo assim para uma significativa redução de “shius”!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

PORTA-A-PORTA PELA SEPARAÇÃO DIFERENCIADA DE RESÍDUOS

Na perspetiva de aproximação da escola à comunidade, alguns alunos e docentes da nossa escola iniciaram esta quarta-feira uma ação de sensibilização porta-a-porta junto da comunidade local sobre o tema Separação diferenciada de resíduos. O objetivo fundamental desta iniciativa é sensibilizar a população local para a necessidade de redução da quantidade de lixo que todos nós produzimos no nosso dia-a-dia e, na impossibilidade de o fazermos tanto quanto seria desejável, da importância de separar corretamente esses resíduos por categoria.
Nesse sentido, os alunos do Clube Eco elaboraram diversos desdobráveis contendo a informação que consideram fundamental e com a qual esperam elucidar os populares acerca dos comportamentos corretos a adotar relativamente ao processamento de resíduos. Nestas ações de porta-a-porta, que terão continuidade até ao final do presente ano letivo e seguintes, os discentes procuram não só motivar os populares para o tema da separação diferenciada de resíduos, transmitindo-lhes informação adequada, como também receber um feedback da parte dos mesmos sobre, nomeadamente, principais dificuldades sentidas, índices de motivação para a adoção desta prática ou sugestões que, depois de devidamente compiladas, serão encaminhadas para quem de  direito: a Câmara Municipal da Calheta.
Aproveitando estes momentos de interação, alunos e professores intervenientes estão a divulgar as diversas campanhas de recolha de resíduos promovidas pela escola, nomeadamente de pilhas, de tinteiros e toners, de tampinhas, de rolhas de cortiça, de óleo ou de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE).

       

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

“FLORESTA E BOAS PRÁTICAS”, TEMA DE AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO

Realizou-se hoje na sala de sessões da nossa escola uma ação de sensibilização para os cuidados a ter com e na floresta, ministrada pela Dr.ª Paula Marília, técnica superior da Direção Regional de Florestas e Conservação da Natureza. ”Floresta e boas práticas” foi o tema desta ação, através da qual se pretendeu alertar e sensibilizar alunos e demais elementos da comunidade escolar para a importância do convívio salutar com a Natureza, mormente em contexto florestal, alertando para a responsabilidade individual que a cada um de nós incumbe na preservação deste património que é de todos e de importância fulcral para uma Região como a Madeira, quer em termos climáticos, económicos e até sociais.Assim, a preletora realçou alguns dos aspetos e particularidades, quer em termos florísticos quer em termos faunísticos, que fazem da nossa floresta (Floresta Laurissilva) património mundial da humanidade, sempre na perspetiva de que quanto mais e melhor a  conhecermos mais capacitados estaremos para agir no sentido da sua preservação.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

“VELA POR ÓLEO” – UMA SOLUÇÃO DE AUTOSSUSTENTABILIDADE NA RECICLAGEM DE O.A.U.

O Projeto Vela por Óleo é um dos vários de participação facultativa disponibilizados pela ABAE às Eco-Escolas de todo o país. Ao aderir a este projeto, cada estabelecimento de ensino constitui-se, mediante a sua implementação, num ponto oficial de recolha de óleos alimentares usados (OAU). Os OAU, devidamente acondicionados em garrafas de plástico bem tampadas, devem ser depositados num oleão como aquele que temos na nossa escola (átrio principal do 1.º piso).
Parte do produto da recolha dos OAU pode ser reciclada pela própria escola através da produção de biodiesel, sabão ou da produção de velas aromáticas e ecológicas. Estas velas são muito especiais porque, ao contrário das velas comuns – que são feitas de parafina –, as velas ecológicas “Vela por Óleo” são constituídas de óleo 100% vegetal, apresentando emissões neutras de carbono. Deste modo, a respetiva queima não liberta quaisquer toxinas para o meio-ambiente, sendo por isso seguras para a saúde pública e para o ambiente.
O produto resultante da venda destas velas reverterá para a aquisição de material necessário às diversas atividades a desenvolver no âmbito do programa Eco-Escolas ao longo do ano letivo, constituindo mais uma via para a autossustentabilidade na implementação deste programa de educação ambiental.  

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

NINHOS JÁ INSTALADOS ESPERAM INQUILINOS

No âmbito do Clube Eco, e visto que uma das principais lacunas diagnosticadas aquando da realização da nossa auditoria ambiental interna era, no concernente ao tema Biodiversidade, a inexistência de infraestruturas de apoio à biodiversidade local, decidimos construir ninhos para pássaros.
Os ninhos foram confecionados utilizando única e exclusivamente restos de madeira e destinam-se fundamentalmente a pássaros da espécie protegida Turdus merula cabrerae (comummente conhecido por melro-preto), habituais visitantes dos jardins da nossa escola a partir do mês de fevereiro.
Esperemos que os nossos visitantes façam bom proveito dos dois ninhos que com o maior carinho e dedicação os nossos alunos construíram especialmente para eles, numa mensagem de boas-vindas desejando-lhes uma época de reprodução repleta de fecundidade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

PRODUÇÃO DE SABÃO A PARTIR DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS (O.A.U.)

 Que fazer aos óleos alimentares resultantes das frituras lá de casa? Certamente todos nós – pelo menos aqueles que não conseguem resistir a umas batatas fritas ou a um bom bife, entre outras iguarias cuja confeção requer a utilização de óleos – já se depararam com esta questão. A “solução” mais adotada, infelizmente, não é a melhor já que a maioria das pessoas, das duas, uma: ou descartam estes resíduos  atirando-os pelo ralo da pia das cozinhas ou, outras, depositam-nos nos contentores do lixo comum, sem qualquer acondicionamento especial (fechados em garrafas, por exemplo). O que a generalidade das pessoas desconhece é que, de uma forma ou de outra, mais tarde ou mais cedo, esses óleos acabarão inevitavelmente por ir parar a um mesmo sítio: o mar. O que a generalidade das pessoas desconhece também é que um litro de óleo contamina cerca de um milhão de litros de água, o suficiente para uma pessoa usar durante 14 anos.
Mas... que fazer então?! O procedimento correto é depositar os OAU num oleão como aquele que temos na nossa escola, devidamente acondicionados em garrafas de plástico bem tampadas. Estes resíduos têm por destino a sua reciclagem tendo em vista a obtenção de vários produtos. Uma das alternativas de reciclagem que nós experimentámos na última sessão do Clube Eco foi o reaproveitamento dos óleos alimentares usados (OAU) para fazer sabão. A receita é simples e obtivemos um sabão de ótima qualidade, muito útil para a lavagem de materiais, realização de limpezas ou até mesmo para lavagem das mãos.
A “receita”, acredite, é simples. Vai necessitar então de:
  • 2 litros de OAU;
  • 1 litro de água;
  • ½ kg de hidróxido de sódio (soda cáustica);
  • ¼ kg de sabão em pó;
  • Chaleira elétrica;
  • Colher de pau;
  • Máscara descartável;
  • Luvas;
  • Recipiente de 5 l em plástico.

Primeiro tem de aquecer a água até esta entrar em ebulição. Depois, num recipiente não metálico, adicione cuidadosamente o hidróxido de sódio à agua, mexendo sempre bem a mistura (com uma colher de madeira / pau), tendo o cuidado de evitar a inalação dos vapores emitidos, razão pela qual este procedimento deve ser realizado em espaço exterior. Seguidamente, adicione lentamente o OAU à mistura anterior, mexendo o preparado ininterruptamente durante 20 a 30 minutos até obter uma pasta homogénea. Depois é só depositar em formas e deixar endurecer durante aproximadamente uma semana. Et voilá!